trail running em downhill

Ontem 8km em Monsanto, à tarde um pouco de core e strenght, hoje 30′ lentos de recuperação, cansaço forte, mas até agora tudo sob controlo. Amanhã descanso.

Ontem levei a gopro para monsanto, aqui um registo num downhill ao lado da prisão de monsanto. Nunca me vi como um expert em downhill e não sou, mas talvez pela experiência do BTT esteja habituado a velocidades maiores do que as que atinjo a correr. O certo é que percebi na Transvulcania que tinha uma vantagem no downhill face a atletas do meu nível e que se não fosse as bolhas (se, se, se) teria ganho imensas posições. O essencial para o downhill é treinar muito desnível negativo (óbvio). Se o problema é o piso técnico que mete medo, pode-se treinar isso em estrada, desde que seja uma descida longa e bem inclinada. Isto dará as adaptações necessárias a nível dos músculos. A parte técnica só mesmo com prática. O certo é que se estou a fazer segmentos em monsanto ou sintra num treino posso divertir-me e acelerar, mas numa ultra os impactos têm custos muito fortes. Fazer 4000m de desnível negativo sempre a bater com força pode significa pernas mortas no fim. Um dos truques de downhill que eu desenvolvi espontaneamente para evitar isso é evitar ao máximo os saltos, quanto mais tempo no ar, mais pancada a aterrar, por isso as pernas devem funcionar como amortecedores e devemos procurar uma trajectória mais flutuante, com passos mais pequenos e rápidos para que cada um seja um impacto menor.
Aqui o meu coração foi às 182 batidas o que seria fatal em prova 🙂

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