recuperação e mais dicas para o Transvulcania

Depois da sova de ontem, hoje estou dorido e cansado, mas nada de inflamação grave dos ‘quads’ que aparece quando se treina desnível negativo. Está lá, mas não me impede de descer escadas normalmente. Tenho de fazer mais treinos em Sintra e em perfis de desnível como este, é nisto que as minhas qualidades (ou falta delas) são postas à prova a sério. Em plano já sou do “meio da tabela” depois da maratona 3h30′ e, modéstia à parte, tenho boas capacidades de resiliência mental em correr longo e cansado e não desistir. Mas nisto – que é fundamental no trail – ainda não estou lá, não só nas subidas, mas também nas descidas.

A dica para o Transvulcania que li hoje prendia-se com a partida. Há autocarros às 3:00 AM para a partida (às 6:00). O pessoal que vai de carro, como eu penso fazer, tende a chegar mais em cima da hora e fica mais cá para trás na partida. Isto não teria grande importância numa corrida normal, mas pela descrição de uma atleta, significa logo perder muito tempo devido ao engarrafamento no primeiro trilho que tem quase 20kms e ficar impaciente e mal disposto. Junta-se-lhe os bastões etc. e é difícil passar pessoas. Também há a questão do pó vulcânico que é muito e afecta particularmente quem vai mais atrás. Por isso posso mesmo ter de me meter para a frente (primeiros 30% pelo menos) e fazer um sprint inicial até ao trilho, tendo o desportivismo, é claro, de facilitar a passagem de quem for mais rápido.

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