hei, pessoal que faz segmentos no strava e upload de routes / tracks para cenas tip gpsies

Segmentos:

1- Façam segmentos com nexo. Se o segmento se chama, vamos supor, ciclovia Campo Grande Norte – Sul, então não incluam os 10 metros antecedentes ou posteriores em que por acaso nesse dia vocês vieram da esquerda, direita, cima, baixo, aos s’s. Isto porque se alguém (tipo eu) quer fazer o segmento correcto, o Strava avisa que já existe um parecido. Um segmento público é para todos. Mais vale cortar os primeiros e últimos metros de um segmento.

2- Num caso de um segmento de volta completa (exemplo, o segmento que fiz para a volta ao Parque José Gomes Ferreira) façam o start no sítio óbvio: a entrada do parque, uns metros depois da entrada e terminem o segmento no limite em cima do ponto do start. Há pessoal que mete starts em sítios irreais, a meio do parque etc.

3- não façam segmentos de caca, tipo 400 metros etc. a não ser que seja uma subida valente, uma descida técnica etc. Os GPS não têm tanta precisão, primeiro ponto (os telemóveis então…). Segundo, em corrida, 400 metros planos são… 400 metros planos. Aí no vosso segmento ou noutro lado qualquer. É suposto um segmento representar uma coisa qualquer do tipo “subida Martim Moniz à Alameda” ou “subida Pupilos do Exército – Prisão de Monsanto” ou “Belém – Cais do Sodré” ou ciclovia do Baleal – Peniche etc. Em ciclismo chega a ser imbecil a quantidade de segmentos num percurso pequeno, qualquer pequena subidinha é segmentada em segmentinhos de 20, 30 segundos. É ridículo.

Agora routes e tracks para partilhar.

4- Não façam upload de routes manhosas. É inacreditável a quantidade de lixo acumulado do gpsies. Metam isto na cabeça: o garmin connect, strava etc. são bons para registar os vossos percursos. Só vale a pena PARTILHAR uma rota para que outros a façam se essa rota tiver um mínimo de interesse! Ninguém está interessado em MAIS uma rota Belém Parque das Nações ou uma volta ao parque eduardo VII.

5- Não incluam traçados que são vossos, do tipo, de vossa casa até ao trilho ou pista. Tentem que a track gps parta de pontos geográficos relevantes (ex: em sintra, barragem do rio da mula ou lagoa azul, pois há acesso de estrada e é onde se costuma deixar o carro, em cidades pequenas, tipo Alenquer, Torres Vedras etc. escolham parques ou o centro histórico, sítios de referência!).

6- Não incluam terrenos privados! No trail e btt acontece por vezes pessoal meter a direito por portões FECHADOS com avisos de propriedade privada ou passar por quintais. Não.

7- Esforcem-se por ter um caminho limpo de confusões. Se se enganaram e voltaram para trás, editem a route. Se a meio meteram um desvio para ir ao café, editem antes de partilhar.

8- Preencham os campos de classificação e sejam honestos. Não classifiquem como trail exclusivamente um percurso que acaba por ser 75% asfalto (já me aconteceu). Não classifiquem como trilho um percurso que é estradão etc.

E por último, o meu agradecimento a tanta gente que faz um trabalho excelente na partilha de tracks gps! Só referi o mau, há percursos muitíssimo bem feitos. Tentem fazer like ou reviews a esses para referenciar. Eu próprio vou tentar partilhar aqui pelo blogue os que fiz e considerei melhores.

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