afinal afinal…

No Domingo acabei por não fazer o long run previsto. O motivo? Fui pescar até às quinhentas. Noite de temporal, manhã igual ou pior… Resolvi ir pescar na mesma, de manhã . Estava no Baleal, Peniche e pensei “correr posso correr em Lisboa, agora pescar só mesmo aqui”.  Enquanto ia de carro para o Carvoeiro, vi alguns corredores debaixo de uma bátega monumental e senti-me culpado. De resto, tenho zero tempo livre. Eram aquelas horas ou nenhumas, não dá para ter tudo. Pelo lado positivo, assim acalmo mais o pé direito. No post anterior gabo-me de não ter lesões, na verdade, desde Menorca, que estou com a face posterior do pé direito com uma dor estranha que deve ter partido de um tropeção que dei com uma barbatana calçada. Não dói quando corro, mas depois sim. Durante a noite, por exemplo, se estiver deitado de barriga ou se tentar puxar o pé para “cima”, a dor é forte. Pensei que tinha desaparecido (nas semanas pré ultra fazia gelo todos dias e noites) mas nem 15 dias de relax pós ultra maratona foram suficientes. Com os treinos de velocidade, voltou. É tolerável e penso que dá para gerir, mas depois de Málaga se calhar isto precisa de uma ressonância magnética ou ecografia ou algo do género.

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