em busca do desnível

Acordei demasiado tarde, tinha programado para as 6:00 e só saí da cama às 7:50. Noutra altura da minha vida isto seria madrugar, mas hoje em dia significa estar muito atrasado, visto que tinha programado um treino de hora e meia com desnível, tenho um bebé que desperta com os passarinhos, preciso de tomar um grande pequeno almoço e gosto de chegar cedo ao trabalho. Hesitei. Podia fazê-lo à noite ou no dia seguinte, mas já começava a patinar no plano. Aqui entrou o factor “treinador” pois imaginei-me a entregar-lhe o excel com o resumo da semana e ter uma célula em branco porque… me deixei dormir. No way. Saí da cama e fui correr, comendo um gel pelo caminho. O treino não foi muito difícil mas era prolongado e já fazia calor (outra desvantagem de correr depois do sol nascer). Contei os minutos, especialmente os finais. O parque da Belavista é talvez a melhor opção que tenho para treinar desnível perto de casa, mas mesmo assim só consegui fazer 300 metros em 13.4km. Em Monsanto consigo 650m em apenas 12km, mas mesmo assim está tudo longe disto que me espera: 2000 metros em 18km….

marao

Ao fim de semana tenho de ir para Sintra ou algo parecido e procurar loops de desnível a sério.

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2 thoughts on “em busca do desnível

  1. Ainda nunca fui para a Belavista, onde é que se entra? De madrugada, de carro, chega-se a Monsanto num instantinho de qualquer lado de Lisboa, até demoro menos do que para ir até ao rio.
    Num piscar de olhos já terás a tua filhota a correr contigo. O meu mais velho informou-me ontem que quer correr uma maratona e uma ultra-maratona [sic], para o ano logo o levo à estreia da mini na ponte 25 de Abril 🙂

    1. Para o parque da Belavista entra-se lá por cima na Arlindo Vicente e mais abaixo pelos lados da estrada Chelas. Não dá para entrar cá por baixo pelo lado Oeste, o que é pena. Pois, o meu problema logístico é que não tenho carro perto de casa, está longe e só o uso ao fim de semana. A minha zona é de parquímetros, sou morador mas o carro é da empresa e não posso ter dístico. E no meu local de trabalho é impossível estacionar sem garagem (zona do Chiado). Enfim, tudo se resolve se conseguir acordar 40 minutos mais cedo… mas raios… 😀 Nos EUA há um miúdo que já faz ultras 🙂 E sei que o Anton Kupricka correu a primeira maratona aos 12 anos. Eu não faço mesmo questão que a Júlia corra comigo… Gostava que andasse de bicicleta (até pode ir de bicicleta ao meu lado nos treinos de estrada). E que gostasse de surf ou do mar em geral. Mas ela é que sabe. Sobretudo, gostava que ela tivesse espírito aventureiro e gostasse da natureza 🙂

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